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Soluções · Vendas e operação comercial

Proposta revisada sem versão: como fixar o que foi enviado

Qual versão da proposta está com o cliente e como registrar as próximas revisões?

Resposta direta

A saída não é contratar um sistema de gestão de documentos. É dar à proposta um identificador que não muda, definir um único lugar para a versão vigente e registrar cada revisão com data, autor, o que mudou e por quê. Quem altera registra; quem envia confirma o recebimento. A versão anterior fica arquivada, não apagada. Isso permite responder com fato quando o cliente cita um valor que a empresa não reconhece. Sem esse registro, a negociação volta a depender de memória, de e-mail antigo e de boa vontade para reconstruir o que foi combinado.

Objetivo
Orientar implementação
Formato indicado
Projeto de implementação
Atualizado em

O que esta página acrescenta: Trata a revisão como registro de decisão comercial, com dono, motivo e versão vigente, e não como arquivo renomeado em pasta compartilhada.

O que precisa existir antes da primeira revisão

Antes de qualquer revisão, a proposta precisa de um identificador que não mude. Nome de arquivo com data e sobrenome do cliente não serve: cada pessoa renomeia de um jeito. O identificador fica no cabeçalho da proposta e no assunto do e-mail, e acompanha a negociação até o fim.

Também é preciso decidir onde a versão vigente mora. Um único lugar, com acesso do time comercial e do jurídico quando houver contrato. Pasta compartilhada com cópias locais não é lugar único. A regra é simples: se a versão não está nesse lugar, ela não vale para negociar.

Registro mínimo de cada revisão

Cada revisão registra quatro coisas: o que mudou, quem mudou, quando e por quê. Preço, escopo e prazo são os campos que costumam gerar disputa depois. O motivo separa revisão comercial de correção de erro e evita que as duas se confundam no histórico.

O registro também guarda o envio. Data, canal e destinatário, com confirmação de recebimento quando houver. Sem isso, a empresa sabe qual versão produziu, mas não qual o cliente tem em mãos. As duas informações são diferentes e ambas importam na hora de cobrar uma decisão.

O que o registro não resolve

O registro não impede que o cliente negocie com uma versão antiga. Ele apenas torna a divergência visível e permite responder com fato. Também não substitui a disciplina de aprovação: se um diretor envia proposta por conta própria, fora do fluxo, o histórico fica incompleto.

Não vale montar esse controle para operações de uma proposta por mês, sem revisão. O custo de registro supera o risco. E nenhum registro garante fechamento: ele reduz retrabalho e discussão sobre o que foi combinado, não substitui a decisão do cliente.

Recurso prático

Propostas com versão rastreável

IRP = (Pr / Pa) x 100

Pr
propostas
Propostas ativas com versão vigente identificada, motivo da última revisão e confirmação de envio registrados.
Pa
propostas
Propostas ativas no período, incluindo as em negociação e as que passaram por reenvio.

O erro mais comum é medir apenas se existe arquivo na pasta certa. A pergunta que importa é se o registro diz qual versão o cliente recebeu e por que ela mudou; sem isso o índice parece alto e a discussão sobre preço e escopo continua.

Sobre o que está escrito aqui

Conceitos relacionados: identificador de proposta · versão vigente · registro de revisão · motivo da alteração · confirmação de envio. Exemplos são ilustrativos. Não há cliente, resultado, preço, prazo ou certificação nesta página. Quando o formato indicado é Projeto de implementação, ele descreve uma possibilidade de trabalho — a conversa inicial avalia contexto e aderência.

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