Consultoria · Inteligência artificial
O projeto de IA já começou e não entrega o que foi prometido
Quando o piloto não vira operação, a resposta raramente é começar de novo. É entender objetivo, escopo, arquitetura, custo, dados, supervisão e métrica — e decidir se corrige, reduz ou interrompe.
Oferta
Auditoria de projeto e plano de recuperação
- Formato
- Diagnóstico contratado, com escopo definido
- Princípio
- Investigar antes de prescrever. A conclusão pode ser não contratar.
Sinais
Como isso aparece na prática
- O piloto foi aprovado e nunca entrou em produção.
- O custo cresce sem relação com o uso.
- A equipe não adotou a solução.
- O erro é frequente e a correção é manual.
- A integração é frágil e quebra sem aviso.
- O fornecedor não entrega o que foi combinado.
- O prazo estourou e o escopo cresceu.
- A métrica de sucesso não existe.
- Ninguém quer assumir o projeto internamente.
- A liderança já considera encerrar.
Hipóteses
O que pode estar por trás
Objetivo difuso
O projeto nasceu de uma tecnologia, não de um problema. Sem decisão clara, qualquer resultado parece insuficiente.
Escopo aberto
Cada reunião acrescentou uma funcionalidade. O projeto perdeu foco e prazo.
Arquitetura inadequada
A solução foi montada para o teste e não para a operação. Escala, custo e manutenção não entraram no desenho.
Dado insuficiente
A base não sustenta a qualidade esperada. A equipe revisa a saída e o ganho desaparece.
Adoção ignorada
A solução não entrou na rotina de quem executa. Sem uso, não há resultado.
Sem governança
Acesso, revisão, registro e interrupção não foram definidos. O risco travou a evolução.
Escopo
O que o diagnóstico examina
- Objetivo original e decisão que o projeto deveria sustentar.
- Escopo contratado e o que foi entregue.
- Arquitetura, integrações e dependências.
- Custos incorridos e custo de continuidade.
- Segurança, acesso e tratamento de dado.
- Experiência de quem usa e taxa de adoção.
- Qualidade da saída e esforço de revisão.
- Supervisão, registro e manutenção.
- Métricas existentes e lacunas.
- Contrato, garantias e responsabilidades.
A profundidade depende de acesso a dados, disponibilidade da equipe e do que a decisão exige. O que não puder ser apurado é declarado como lacuna — não preenchido com suposição.
Entregáveis possíveis
O que a empresa recebe
- Parecer sobre o estado do projeto.
- Mapa de falhas e dependências.
- Comparação entre continuar, corrigir e interromper.
- Plano de recuperação com escopo e critério.
- Riscos e plano de contingência.
- Indicadores para acompanhar a decisão.
Não há entrega garantida fora do escopo, prazo padrão nem resultado prometido. O compromisso é com a análise e com a clareza da decisão.
Como o trabalho acontece
Três etapas, sem atalho
Diagnóstico do projeto
O que foi prometido, o que foi entregue e o que sustenta a operação são comparados com evidência.Hipóteses de recuperação
Corrigir, reduzir escopo, trocar parte da solução ou interromper. Cada caminho tem custo e risco.Decisão e plano
A recomendação é explícita. O plano define o que fazer, o que parar e como medir a recuperação.
Limites
Quando este trabalho não é o caminho
- Quando o objetivo é apenas substituir o fornecedor.
- Quando não há acesso ao projeto, ao time ou à documentação.
- Quando a recuperação é tecnicamente inviável.
- Quando se espera garantia de recuperação.
Perguntas frequentes
Dúvidas antes de conversar
Não. O trabalho avalia e recomenda. A recuperação depende da causa, do contrato, do time e da disposição de corrigir.
Isso é uma conclusão possível. Interromper um projeto que não sustenta valor pode ser a decisão mais econômica.
Não necessariamente. A avaliação separa falha de fornecedor, de escopo, de arquitetura e de adoção.
Depende do tamanho do projeto e do acesso à informação. O prazo é definido na proposta.
Patrocinador, responsável técnico, fornecedor e quem usa a solução. Sem essas vozes, o diagnóstico fica incompleto.
O primeiro passo é entender se este é o seu caso
Problemas que levam a esta frente
