Resposta direta
Perda de margem raramente aparece no relatório consolidado: ela se esconde no cliente pequeno, no desconto repetido e no retrabalho que ninguém lança. O diagnóstico separa essas três fontes antes de propor ação.
O que está em jogo
Sem linha de base, cada área defende a própria versão do problema. O diagnóstico troca opinião por comparação: mesma definição, mesma fonte e mesma janela.
Cliente pequeno que consome estrutura, desconto que virou padrão e retrabalho fora do custo.
Como medir
Margem por cliente e por serviço na mesma base de custo, com o tempo da equipe dentro da conta.
- O relatório é consolidado e esconde o cliente deficitário.
- O desconto não tem limite declarado.
- O custo do retrabalho não aparece em lugar nenhum.
Por onde começar
Primeiro ciclo: três cortes de margem — cliente, serviço e processo — com o valor mensal de cada vazamento.
Coloque os indicadores na mesma janela e na mesma fonte antes de discutir causa.
O que não resolve
Não corrige preço nem renegocia contrato; entrega o mapa para a decisão comercial.
Diagnóstico que termina em relatório sem dono: nenhuma decisão muda e o número vira paisagem.
O que levantar antes de decidir
- 01Volume atual: quantas vezes o processo acontece por mês
- 02Tempo médio de execução e tempo de espera entre etapas
- 03Taxa de erro e retrabalho, com o motivo registrado
- 04Custo da hora de quem executa hoje
- 05Sistemas envolvidos e qual é dono de cada campo
- 06Quem decide e com qual informação a decisão é tomada
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre este serviço
Quanto tempo leva?
Depende do escopo e do estado dos dados. O primeiro ciclo deve ter entrega, dono e critério de aceite; prazo fechado antes do diagnóstico seria chute.
Preciso ter dados organizados para começar?
Não. O diagnóstico mede o que existe, inclusive a ausência de registro. Dado disperso é parte do problema a ser medido, não pré-requisito para começar.
O que esta entrega não resolve?
Não corrige preço nem renegocia contrato; entrega o mapa para a decisão comercial.
