Resposta direta
Diagnóstico de automação começa separando o que é estável do que é exceção. Automatizar exceção acelera o erro e devolve o trabalho em forma de retrabalho.
O que está em jogo
Sem linha de base, cada área defende a própria versão do problema. O diagnóstico troca opinião por comparação: mesma definição, mesma fonte e mesma janela.
Processo instável automatizado acelera o erro. Exceção não tratada volta como retrabalho e consome mais tempo do que o manual.
Como medir
Volume por processo, taxa de exceção e tempo de espera entre etapas.
- A mesma informação é digitada em dois sistemas.
- A etapa seguinte começa com conferência manual.
- A exceção é resolvida por mensagem, sem registro.
Por onde começar
Primeiro ciclo: três processos candidatos com regra clara, volume medido e critério de aceite da automação.
Coloque os indicadores na mesma janela e na mesma fonte antes de discutir causa.
O que não resolve
Não substitui redesenho de processo: se a regra é ambígua, a automação só a torna mais rápida.
Diagnóstico que termina em relatório sem dono: nenhuma decisão muda e o número vira paisagem.
O que levantar antes de decidir
- 01Volume atual: quantas vezes o processo acontece por mês
- 02Tempo médio de execução e tempo de espera entre etapas
- 03Taxa de erro e retrabalho, com o motivo registrado
- 04Custo da hora de quem executa hoje
- 05Sistemas envolvidos e qual é dono de cada campo
- 06Quem decide e com qual informação a decisão é tomada
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre este serviço
Quanto tempo leva?
Depende do escopo e do estado dos dados. O primeiro ciclo deve ter entrega, dono e critério de aceite; prazo fechado antes do diagnóstico seria chute.
Preciso ter dados organizados para começar?
Não. O diagnóstico mede o que existe, inclusive a ausência de registro. Dado disperso é parte do problema a ser medido, não pré-requisito para começar.
O que esta entrega não resolve?
Não substitui redesenho de processo: se a regra é ambígua, a automação só a torna mais rápida.
