Resposta direta
Integrar preserva o que funciona; substituir elimina o legado e o conhecimento que veio com ele. A escolha depende de quanto o sistema atual ainda sustenta a operação.
O que está em jogo
A comparação injusta: prazo, escopo e custo de operação medidos de formas diferentes. O barato de entrada costuma ser caro na manutenção.
Digitação dupla, divergência no fechamento e decisão com número de origem desconhecida.
Como medir
Número de sistemas, qualidade do dado e custo de manter cada um.
- O mesmo cliente tem cadastro diferente em dois sistemas.
- A planilha é a fonte oficial de um número crítico.
- Ninguém sabe qual sistema tem o dado correto.
Por onde começar
Primeiro ciclo: mapa de contratos de dado e custo comparado de integrar versus substituir.
Peça a mesma planilha de premissas para todos os fornecedores e compare na mesma unidade.
O que não resolve
Substituir não resolve processo ruim; integrar não corrige dado na origem.
Decidir pelo preço de entrada e descobrir o custo de operação depois da assinatura.
O que muda o custo (sem número)
- 01Quantos processos entram no escopo
- 02Quantas integrações e quantos sistemas precisam conversar
- 03Estado dos dados: documentado, disperso ou inexistente
- 04Quem opera a mudança depois da entrega
- 05Nível de governança exigido (permissão, auditoria, reversão)
- 06Prazo e disponibilidade da equipe do cliente
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre este serviço
Quanto tempo leva?
Depende do escopo e do estado dos dados. O primeiro ciclo deve ter entrega, dono e critério de aceite; prazo fechado antes do diagnóstico seria chute.
Por que não há preço fechado?
Porque o custo depende do escopo: quantos processos entram, quantas integrações são necessárias e qual o estado dos dados. Número antes disso é estimativa sem base.
O que esta entrega não resolve?
Substituir não resolve processo ruim; integrar não corrige dado na origem.
