Resposta direta
Diagnóstico mede antes de agir; projeto direto assume que a causa já é conhecida. Quando a causa é hipótese, o projeto direto pode resolver o problema errado com eficiência.
O que está em jogo
A comparação injusta: prazo, escopo e custo de operação medidos de formas diferentes. O barato de entrada costuma ser caro na manutenção.
Sem base comparável, a empresa discute opinião. O diagnóstico evita o investimento grande em problema pequeno e a espera longa em problema grave.
Como medir
Se a causa está provada por número ou se ainda é sensação de quem decide.
- Cada área apresenta um número diferente para o mesmo problema.
- Ninguém sabe dizer quanto custa o retrabalho por mês.
- O último investimento não teve critério de sucesso declarado.
Por onde começar
Primeiro ciclo: decidir com base na evidência disponível e no custo de errar a prioridade.
Coloque os indicadores na mesma janela e na mesma fonte antes de discutir causa.
O que não resolve
Diagnóstico não executa; projeto direto sem diagnóstico não descobre causa.
Decidir pelo preço de entrada e descobrir o custo de operação depois da assinatura.
O que levantar antes de decidir
- 01Volume atual: quantas vezes o processo acontece por mês
- 02Tempo médio de execução e tempo de espera entre etapas
- 03Taxa de erro e retrabalho, com o motivo registrado
- 04Custo da hora de quem executa hoje
- 05Sistemas envolvidos e qual é dono de cada campo
- 06Quem decide e com qual informação a decisão é tomada
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre este serviço
Quanto tempo leva?
Depende do escopo e do estado dos dados. O primeiro ciclo deve ter entrega, dono e critério de aceite; prazo fechado antes do diagnóstico seria chute.
Preciso ter dados organizados para começar?
Não. O diagnóstico mede o que existe, inclusive a ausência de registro. Dado disperso é parte do problema a ser medido, não pré-requisito para começar.
O que esta entrega não resolve?
Diagnóstico não executa; projeto direto sem diagnóstico não descobre causa.
