Resposta direta
Consultoria traz método e sai; equipe interna fica e aprende. O critério é quanto conhecimento precisa permanecer na empresa e qual é a pressa para o primeiro resultado.
O que está em jogo
A comparação injusta: prazo, escopo e custo de operação medidos de formas diferentes. O barato de entrada costuma ser caro na manutenção.
Prioridade muda toda semana, cada área puxa a sua urgência e a decisão anterior não fica registrada — o time recomeça a discussão do zero.
Como medir
Volume de trabalho, necessidade de julgamento, tempo até o primeiro resultado e quanto tempo a empresa consegue esperar por ele.
- Reunião de priorização termina sem lista do que sai.
- Duas áreas trabalham no mesmo problema sem saber.
- A decisão importante só existe na memória de quem estava na sala.
Por onde começar
Primeiro ciclo: comparar as duas opções no mesmo horizonte, com custo de gestão, contratação e troca.
Peça a mesma planilha de premissas para todos os fornecedores e compare na mesma unidade.
O que não resolve
Consultoria não substitui conhecimento permanente nem assume a operação.
Decidir pelo preço de entrada e descobrir o custo de operação depois da assinatura.
O que muda o custo (sem número)
- 01Quantos processos entram no escopo
- 02Quantas integrações e quantos sistemas precisam conversar
- 03Estado dos dados: documentado, disperso ou inexistente
- 04Quem opera a mudança depois da entrega
- 05Nível de governança exigido (permissão, auditoria, reversão)
- 06Prazo e disponibilidade da equipe do cliente
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre este serviço
Quanto tempo leva?
Depende do escopo e do estado dos dados. O primeiro ciclo deve ter entrega, dono e critério de aceite; prazo fechado antes do diagnóstico seria chute.
Por que não há preço fechado?
Porque o custo depende do escopo: quantos processos entram, quantas integrações são necessárias e qual o estado dos dados. Número antes disso é estimativa sem base.
O que esta entrega não resolve?
Consultoria não substitui conhecimento permanente nem assume a operação.
