Resposta direta
O diagnóstico estratégico é indicado quando a perda já é recorrente e medida, mas ainda não se sabe qual frente atacar primeiro. Antes disso, o problema é de gestão corrente.
O que está em jogo
Escopo aberto, critério de aceite ausente e promessa de resultado. O custo aparece na troca de fornecedor.
Sem base comparável, a empresa discute opinião. O diagnóstico evita o investimento grande em problema pequeno e a espera longa em problema grave.
Como medir
Há quantos ciclos o desvio se repete e se ele sobrevive à normalização de volume e sazonalidade.
- Cada área apresenta um número diferente para o mesmo problema.
- Ninguém sabe dizer quanto custa o retrabalho por mês.
- O último investimento não teve critério de sucesso declarado.
Por onde começar
Primeiro ciclo: três indicadores de linha de base e uma prioridade escolhida com critério.
Coloque os indicadores na mesma janela e na mesma fonte antes de discutir causa.
O que não resolve
Não executa a mudança; entrega prioridade e medida para a execução.
Assinar proposta sem saber o que será entregue, como será medido e como se encerra.
O que levantar antes de decidir
- 01Volume atual: quantas vezes o processo acontece por mês
- 02Tempo médio de execução e tempo de espera entre etapas
- 03Taxa de erro e retrabalho, com o motivo registrado
- 04Custo da hora de quem executa hoje
- 05Sistemas envolvidos e qual é dono de cada campo
- 06Quem decide e com qual informação a decisão é tomada
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre este serviço
Quanto tempo leva?
Depende do escopo e do estado dos dados. O primeiro ciclo deve ter entrega, dono e critério de aceite; prazo fechado antes do diagnóstico seria chute.
Preciso ter dados organizados para começar?
Não. O diagnóstico mede o que existe, inclusive a ausência de registro. Dado disperso é parte do problema a ser medido, não pré-requisito para começar.
O que esta entrega não resolve?
Não executa a mudança; entrega prioridade e medida para a execução.
