Resposta direta
Entregável de automação não é robô funcionando: é processo documentado, critério de aceite, registro de execução e plano de reversão. Sem esses quatro, a manutenção fica sem base.
O que está em jogo
Escopo aberto, critério de aceite ausente e promessa de resultado. O custo aparece na troca de fornecedor.
Processo instável automatizado acelera o erro. Exceção não tratada volta como retrabalho e consome mais tempo do que o manual.
Como medir
Quais dos quatro itens estão no contrato e quem responde por cada um.
- A mesma informação é digitada em dois sistemas.
- A etapa seguinte começa com conferência manual.
- A exceção é resolvida por mensagem, sem registro.
Por onde começar
Primeiro ciclo: checklist de entregáveis anexado ao contrato.
Escolha um caso real, um dono e um critério de aceite escrito antes de ampliar.
O que não resolve
Entregável sem dono não se sustenta depois do projeto.
Assinar proposta sem saber o que será entregue, como será medido e como se encerra.
Escopo mínimo de uma entrega
- 01Um caso de uso com volume medido, não uma lista de desejos
- 02Dono na operação — não apenas no fornecedor
- 03Critério de aceite escrito antes de começar
- 04Registro do que rodou, do que falhou e do que foi corrigido
- 05Plano de reversão se o resultado não aparecer
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre este serviço
Quanto tempo leva?
Depende do escopo e do estado dos dados. O primeiro ciclo deve ter entrega, dono e critério de aceite; prazo fechado antes do diagnóstico seria chute.
Preciso trocar meus sistemas?
Não necessariamente. A maior parte do ganho vem de processo e critério. Troca de sistema entra quando a limitação é técnica e está demonstrada, não por preferência.
O que esta entrega não resolve?
Entregável sem dono não se sustenta depois do projeto.
