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Urgência

O fornecedor não consegue estabilizar a solução. E agora?

Instabilidade recorrente é sintoma de arquitetura, escopo, teste ou operação. Trocar de fornecedor sem entender a causa pode transferir o problema para outro contrato.

01

O que documentar

A conversa com o fornecedor precisa de evidência, não de impressão. Registre falhas, impacto e tempo de correção.

  • Falhas por período e tipo.
  • Tempo até a detecção e até a correção.
  • Impacto na operação e no cliente.
  • O que o contrato promete de suporte.
  • O que já foi tentado.

02

Causas possíveis

A instabilidade pode estar no escopo, na arquitetura, na qualidade do código, na infraestrutura ou na ausência de testes.

  • Escopo que cresceu sem redesenho.
  • Integração frágil e sem monitoramento.
  • Ambiente de teste diferente do de produção.
  • Ausência de dono técnico.
  • Contrato sem critério de aceite.

03

Como decidir

Defina o que precisa ser provado em um ciclo curto. Se não for provado, avalie assumir, reduzir ou trocar.

  1. Acordar um plano de estabilização com critério objetivo.
  2. Definir prazo e responsável.
  3. Medir falhas antes e depois.
  4. Decidir com base no resultado, não na promessa.

Perguntas frequentes

Antes de decidir

Respostas objetivas sobre escopo, limites e o que avaliar.

Só depois de saber se a causa é contrato, arquitetura, escopo ou capacidade. A troca pode herdar o problema.

Se este é o seu caso, o próximo passo é entender o contexto

Segunda Opinião Executiva é a frente que investiga esse tipo de problema. A conversa inicial avalia aderência antes de qualquer proposta.