Resposta direta
Matriz de responsabilidade é a representação explícita de quem executa, quem aprova, quem é consultado e quem precisa ser informado em cada etapa de um processo.
Definição
A matriz resolve um problema específico: a mesma atividade com dois donos ou com nenhum. Quando isso acontece, a etapa não trava por falta de capacidade, mas por falta de clareza sobre quem decide.
Ela não substitui o desenho do processo. Serve para declarar, etapa por etapa, o papel de cada área — e expor sobreposições que o organograma esconde.
Como aplicar
- Liste as etapas do processo antes de atribuir papéis.
- Para cada etapa, declare quem executa, quem aprova, quem é consultado e quem é informado.
- Marque as etapas com mais de um aprovador — é onde a decisão costuma travar.
- Revise a matriz quando alguém sai ou uma área muda de escopo.
Onde costuma ser mal usado
- Confundir a matriz com organograma: ela é por processo, não por hierarquia.
- Preencher a matriz uma vez e nunca revisar, deixando papéis antigos valendo.
- Usar a matriz para distribuir culpa em vez de esclarecer decisão.
Páginas que usam este conceito
63 páginas mencionam matriz de responsabilidade. Abaixo, as mais próximas do tema.
- Retrabalho sem custo histórico: como balizar contratos — Parâmetros para contratação de serviços sem histórico financeiro de retrabalho, com foco em critérios de aceite e divisão de riscos contratuais.
- Tarefas sem dono: como fixar responsabilidade na ponta — Critérios práticos para definir donos únicos por entrega de ponta a ponta em operações fragmentadas, eliminando o vácuo decisório entre áreas.
- Reuniões sem encaminhamento: o que avaliar ao contratar — Critérios para avaliar escopo, entregáveis e limites de consultorias contratadas para resolver a falta de deliberação em reuniões.
- Serviço sob medida: como contratar sem ter preço de referência — Critérios objetivos para decompor escopo, nivelar propostas e mitigar risco financeiro na contratação de serviços customizados.
- Função nova sem descrição: o que fixar antes de preencher — Mostra o que precisa estar definido antes da função começar a operar: escopo, decisões, entregas, limites e como medir se ela funciona.
- Automação que rodou após o erro: dono da decisão e registro — Define quem decide parar ou retomar uma automação que seguiu depois do erro, em qual estado ela fica e o que precisa existir antes de reiniciar.
- Processo que só funcionava com a pessoa antiga: o que exigir — O que observar ao contratar a reconstrução de um processo que dependia de uma pessoa: onde estava o critério e o que a contratação não resolve.
- Automação sem dono: como identificar o que está órfão — O que observar para identificar automações sem responsável nomeado e definir quem assume cada uma antes que o problema apareça.
- Automação sem dono: como comparar modelos de responsabilidade — Compara modelos de responsabilidade para automação sem dono nomeado, o que cada um exige na prática e o que nenhum deles resolve.
- Duas pessoas na mesma tarefa: onde começa a sobreposição — Descreve como identificar duas pessoas executando a mesma tarefa e separar sobreposição, redundância e duplicação por desenho de processo.
- Automação sem dono: como atribuir responsabilidade — Ancorar cada automação em um dono de processo, definir quem aprova mudanças e quem responde quando ela falha ou para.
- Duas pessoas na mesma tarefa: como separar o que cada uma faz — Descreve como separar responsabilidade quando duas pessoas executam a mesma tarefa: dono único, ponto de passagem e quando a sobreposição é intencional.
- Automação sem dono nomeado: como medir assim mesmo — Descreve como medir automação sem responsável nomeado: quais sinais acompanhar, quem lê cada indicador e onde a medição não resolve.
- Automação sem dono: o que travar antes de contratar — Critérios de contratação para automação sem responsável nomeado: o que registrar antes da assinatura e o que o contrato não resolve.
- Duas pessoas na mesma tarefa: quando faz sentido — Como avaliar se duas pessoas na mesma tarefa indicam redundância, controle ou falha de processo, e o que verificar antes de contratar mais alguém.
- Tarefa sem dono entre áreas: onde a responsabilidade se perde — Mostra onde a responsabilidade se perde entre áreas e como nomear dono e critério de aceite em cada ponto de transferência.
- Tarefa sem dono entre áreas: como fechar a passagem — Regra de responsabilidade em tarefas que cruzam áreas: quem decide, quem executa, quem aceita o resultado e em que ponto o dono é definido.
- Tarefa sem dono entre áreas: quando contratar — A página trata da tarefa que atravessa áreas e não pertence a nenhuma fila, com critérios de responsabilidade e o que observar antes de contratar apoio.
- Escalonamento sem critério: o que exigir antes de contratar — Critérios que precisam existir antes de contratar escalonamento: gatilhos, dono, registro e escopo. O que exigir de um fornecedor quando nada está escrito.
- Processo novo sem retirar o antigo: como diagnosticar — Levantamento do que ainda roda no processo antigo depois da criação do novo, com sinais de convivência, donos e decisão sobre encerrar ou manter.
- Processo novo criado sem retirar o antigo: como contratar — O que avaliar antes de aprovar um processo novo quando o antigo segue em uso: responsável pelo encerramento, data de corte e critério de desativação.
- Conciliação no fechamento: onde o retrabalho se repete — Como separar divergência de dado, de regra e de responsabilidade para reduzir a reconferência de conciliação no fechamento.
- Reorganização sem comunicação: como identificar o que travou — Roteiro de diagnóstico para saber se a estrutura mudou sem que as responsabilidades, os repasses e os critérios de decisão tenham sido comunicados.
- Acúmulo de funções: o que comparar antes de dividir — Compara saídas para o acúmulo de funções na mesma pessoa: manter, separar por função, separar por processo e dividir entre sócios, com critério de decisão.
Definição de método, sem cliente, número, preço, prazo ou certificação. Atualizado em · Renato Paes Leme Consultoria Estratégica
