Resposta direta
Mede-se pela diferença entre o fornecedor que existe no cadastro e o que passou por homologação. O indicador central é a contagem de fornecedores com compra registrada e sem evidência de homologação válida, com a exposição de compra ao lado. A partir dela, separam-se quatro situações: cadastro incompleto, homologação vencida, homologação nunca realizada e exceção autorizada. Cada uma tem dono e critério de regularização próprios. A medição não é um selo no sistema. É a conferência entre dado cadastral, evidência de homologação e histórico de compra. Sem essa conferência, o cadastro funciona apenas como lista de contatos.
- Objetivo
- Explicar medição
- Formato indicado
- Diagnóstico executivo
- Atualizado em
O que esta página acrescenta: Trata a falta de homologação como problema de medição, exposição e responsabilidade, não como inconsistência cadastral.
Cadastro não é aprovação
O cadastro responde quem é o fornecedor, como ele é identificado e como será pago. A homologação responde se ele pode fornecer, em qual escopo e sob quais condições. São decisões distintas, com donos distintos.
Quando as duas ficam no mesmo campo, o sistema mostra situação ativa e a operação trata como aprovado. A medição começa por separar esses significados. O que se apura não é a existência do registro, mas a existência de uma decisão de homologação para aquele fornecedor e para aquela compra.
A base que importa é a que compra
Contar fornecedores sem homologação em toda a base mistura registros sem movimento com fornecedores que abastecem a operação. O corte útil é a base com compra registrada. Dentro dela, a medida precisa distinguir quantidade de fornecedores, valor comprado e criticidade da categoria.
Um fornecedor sem homologação em categoria crítica não tem o mesmo peso de outro em compra isolada. A medição deve mostrar a exposição: quanto da compra depende de fornecedor sem evidência válida e quem autorizou a exceção. Contagem sem exposição esconde o risco. Exposição sem contagem esconde a dispersão.
O que a medição não resolve
Medir a pendência não aprova fornecedor nem substitui avaliação técnica, financeira e legal. Também não corrige compras urgentes. Uma exceção registrada, com responsável e condição de validade, é diferente de homologação retroativa.
A medição também não deve virar meta de zerar pendências. Base sem pendência pode indicar homologação frouxa ou cadastro esvaziado. O número serve para localizar onde falta decisão. Ele não decide, não regulariza e não transfere responsabilidade para o sistema.
Recurso prático
Conferência entre cadastro e homologação
- A seleção começa pelos fornecedores com compra registrada e situação ativa no cadastro.
- A conferência verifica evidência de homologação, validade e escopo aprovado.
- A classificação separa homologado, vencido, nunca homologado, cadastro incompleto e exceção autorizada.
- O fechamento soma a exposição por fornecedor e por categoria e indica o responsável pela regularização.
O erro mais comum é contar documento anexado como homologação concluída. Anexo sem validade, escopo e responsável não prova que alguém decidiu pela aprovação.
Sobre o que está escrito aqui
Conceitos relacionados: cadastro de fornecedores · homologação · evidência documental · histórico de compras · exposição de compra. Exemplos são ilustrativos. Não há cliente, resultado, preço, prazo ou certificação nesta página. Quando o formato indicado é Diagnóstico executivo, ele descreve uma possibilidade de trabalho — a conversa inicial avalia contexto e aderência.
Para continuar
- Compras e suprimentos — Página central do tema
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