Resposta direta
Comparar as respostas possíveis começa por medir a amplitude do erro antes de escolher o caminho. Quatro respostas costumam estar na mesa: correção pontual do registro afetado, reprocessamento do lote, conciliação manual e reversão ao último estado conferido. A escolha depende de quanto já foi consumido rio abaixo, se o erro é pontual ou de regra, e do custo de cada opção frente ao custo de manter a divergência. Comparar sem medir amplitude leva a escolher pela pressão do momento, não pelo impacto.
- Objetivo
- Comparar alternativas
- Formato indicado
- Projeto de implementação
- Atualizado em
O que esta página acrescenta: Compara as opções de resposta depois que o erro virou reclamação, não como evitá-lo nem como integrar melhor.
Delimitar a falha antes de escolher a resposta
A reclamação aponta um caso. A divergência raramente se limita a ele. O primeiro trabalho é delimitar: quais registros foram afetados, em que janela de tempo, e se o erro ficou só no sistema de destino ou também no de origem.
Sem essa delimitação, qualquer comparação de resposta fica apoiada em uma amostra que o cliente escolheu. O que o cliente viu é o ponto de partida, não o tamanho do problema.
As respostas possíveis e o critério de comparação
Quatro respostas costumam estar disponíveis: corrigir o registro pontual, reprocessar o lote desde a última sincronização conhecida, conciliar à mão o que divergiu e reverter ao último estado conferido. Cada uma tem escopo, prazo e efeito diferente sobre quem já consumiu o dado.
A comparação fica possível quando as opções são medidas no mesmo critério: quantos registros cada uma resolve, quanto sobra para conciliação manual e qual o custo direto. O critério de decisão é exposição, não a opção mais rápida de anunciar ao cliente.
O que a comparação não garante
Comparar respostas não corrige a causa. Se o erro nasce de uma regra mal definida ou de um campo sem dono, a opção escolhida trata o sintoma e o próximo lote repete a falha.
Também não resolve a relação com o cliente nem define quem assume o custo. E há casos em que o critério de exposição não se aplica: quando o dado alimenta obrigação regulatória ou contábil, a resposta deixa de ser escolha e passa a seguir o procedimento formal, com registro e prazo próprios.
Recurso prático
Exposição por opção de resposta
Exposição = (N × V × (1 − R)) + Ccorr
- N
- registros
- número de registros afetados pela opção de resposta considerada
- V
- R$ por registro
- valor médio do registro no ponto em que o dado é consumido
- R
- fração
- parte já reconciliada ou consumida antes da correção
- Ccorr
- R$
- custo direto de executar a opção, somando horas e reprocessamento
O erro comum é contar só os registros visíveis na reclamação. A amplitude real costuma incluir registros que passaram sem gerar chamado, e é aí que a opção mais barata deixa de ser a mais barata.
Sobre o que está escrito aqui
Conceitos relacionados: divergência de sincronização · conciliação manual · reprocessamento de lote · janela de exposição · registro de origem. Exemplos são ilustrativos. Não há cliente, resultado, preço, prazo ou certificação nesta página. Quando o formato indicado é Projeto de implementação, ele descreve uma possibilidade de trabalho — a conversa inicial avalia contexto e aderência.
Para continuar
- Integrações, sistemas e qualidade de dados — Página central do tema
- Dados desatualizados: o que precisa estar em dia — dados desatualizados
- Validação na entrada: onde o dado errado nasce — dado errado na origem
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